Diario de Daniel, um garoto de 16 anos q descobre esta apaixonado pela misteriosa Angela, uma anja da morte
Acordei as 03:00 da manha, as sombras tinha sumido e Angela estava deitada por cima de mim na cama, uma das maos tampando minha boca uma foice no meu pescoço, tentei empurra-la, mas ela era incrivelmente pesada e forte, isso a fez rir, ela soltou a mão de meu rosto e sussurrou em meu ouvido: “ Pq vc esta tremendo, sua alma não sera ceifada ainda, não é seu dia de morrer” termino a frase rindo baixinho contra meu ouvido. “Sua alma e muito especial Daniel e eu quero ajuda-lo a ver isso” Depois disso algo pesado acerto minha cabeça e eu apaguei, essa maluca não cansa de me desmaiar???.
Acordei em uma floresta escura, sem nenhum sinal d Angela ou qualquer outra pessoa, só eu. Me lembrei do q ela tinha me dito, “Sua alma e muito especial Daniel e eu quero ajuda-lo a ver isso”, poha como ficar numa floresta escura, sozinho vai me ajudar nisso? Comecei a explorar o local, meia hora se passaram e nada, uma hora depois e eu já esta caído no chão exausto, cheio de ódio meu corpo começou a tremer e, com um alto estrondo, as sombras emergiram do meu corpo e destruíram uma grande parte da floresta negra. Elas porem começaram a se fundir, formando um enorme sobretudo negro sobre meu corpo. Tudo então ficou turvo e uma voz veio em minha cabeça dizendo: ” Voe, voe comigo pelo céu, voe como você voava no paraíso” Uma imagem de enormes assas negras inundaram minha mente e, como se minha mente as desse forma, o sobretudo de sombras criou enormes assas e me impulsionou contra o céu, foi a melhor sensação q eu já tive, não pressiva me mover, eu pensava e as sombras faziam, faziam qualquer coisa, voe em direção ao horizonte, poderia ficar voando por semanas, foi quando eu a vi, Angela planava de costas, um pouco abaixo de mim, com belas asas brancas. Ela pediu para q eu a segui-se, me prometeu respostas…
Ela me levou a um lago, onde no centro enorme rocha que se elevava a uns 6 metros de altura, ela se sentou na rocha, espreguiçando as assas, e me convidou a ficar ali com ela, me sentei junto a ela, as assas voltaram a ser vultos e se fundiram o sobretudo negro. Perguntei a ela oq eu era, oq ela era, oq eram os vultos q agora me envolviam em um sobretudo negro, ela me abraçou pelas costas e, chorando disse q eu era a reencarnação do anjo Miriel, um anjo q havia sido exilado do seu e condenado a reencarnar eternamente como um humano, as sombras eram a forma dele acessar uma parte de seus poderes angelicais, e q ela, como anja da morte tinha a responsabilidade de impedir q eu fira alguém. A voz q eu ouvi quando voei pela primeira faz era Miriel, minha primeira encarnação. Eu não sabia oq dizer, mas no fundo da minha alma sabia q podia confiar nela. Ela então me largou e se levantou voo e rindo me lembrou q tínhamos de voltar para casa, tentei voar novamente mas acabei caindo no lago u.u, isso a fez rir bastante, então ela disse: ” Só precisa imaginar as asas q vc voara, hahaha, vc é estabanado igual a Miriel, tem coisas q não mudam hahaha” Ri com ela também, mergulhei fundo n lago e, tomando impulso, me arremessei em direção ao céu, as asas se formaram, e estava voando de novo …
“Anja da morte”, “Anja da morte”, “Morte”… As palavras de Angela ñ saiam da minha cabeça, essa noite ñ ouve gritos , mas ñ durmi contudo. Os vultos agora me seguiam, passaram a noite rodeando minha cama, e me seguindo pela casa, meus pais ñ conseguiam ve-los, o que amenisava um pouco as coisas, mas prescissava da. Esplicações pelo menos…
Minha mãe me fez ir fazer compras com ela, eu odeio fazer isso, voltando do mercado um gato preto me assustou, quase joguei as compras no chão e, pra piorar, os vultos arremeçaram o felino a uns 3 metros de altura, eu fiquei horrorizado, minha mãe fico horroriza, toda a minha rua paro com aquilo, o gato flutuante vai se a fofoca pelas proximas semanas, corri proa casa, as sombras atraz de mim, entrei no meu quarto e me tranquei la. Coloquei meu cd da Pitty no maximo, e me joquei na cama, as sobras continuavam la, so queria manda-las embora, embora d minha vida…
Continuo assustado com o q vi naquela casa, o som da alma se contorcendo não sai da minha mente, tive pesadelos essa noite, e posso jurar q vi as criaturas sem rosto rondando meu quarto… … …
Nessa manhã eu, novamente acordei com gritos, mas eram gritos de tristeza, tentai entrar novamente na casa mas a porta não se abriu como na manha passada, os gritos se tornaram mas altos e deprimidos, como um canto melancólico. Andei ao redor da casa e encontrei uma janela de vidro, quebrei o vidro e entrei, a casa hoje emanava uma energia acolhedora e amável, mas com um toque de tristeza, continuava vazia e as criaturas sem rosto ainda não tinhão aparecido, segui o som melancólico e vi duas almas cantando tristemente, como se estivessem de luto, e, entre elas, outra chorava em silencio. Demorei um pouco para perceber q o canto era uma forma de consolo para a alma do meio, era uma cena linda e triste ao mesmo tempo, foi quando senti uma lamina em meu pescoço e estranhas sombras saíram das paredes da casa e me envolveram, foi horrível, senti algo dentro de mim se contorcendo, como se me meu espirito estivesse se desprendendo do meu corpo, como eu estivesse me preparando para morrer. Os vultos atravessaram meu corpo e agarraram meu espirito, eles o estevam fazendo se contorcer, estavam arrancando minha alma!! Gritei de pavor, a sensação agora era uma forte dor física, quase insuportável, então parou, os vultos sumiram e eu cai no chão, ofegando. Criaturas sem rosto, as mesmas de ontem, vieram pra cima de mim e me prenderam no chão. Os vultos de antes estavam me rondando e um homem enorme segurava uma foice erguida em minha direção, percebi q fora ele q comandava os vultos, ele era a morte.
- Chega, solte-o agora.- A garota d ontem, entra gritando para q ele me solte
- Angela ele é um intruso, sabe das regras não?
- Ele não fez nada de errado, nada q mereça a morte - Angela insistia, aparentemente ela não queria a minha morte. Mas aparentemente ela não estava no controle ali. O homem a ignorou e dirigiu um golpe rápido mas aparentemente mortal com a foice em minha direção. Mas ela se despedaçou quando tocou meu corpo, o homem foi jogado para longe e Angela não acretiva no q vira. As pequenas criaturas sem rosto desapareceram, e cada vez mais vultos, em diversos tons de preto me rodeavam, não sentia medo deles, sabia q deveria mas não sentia, o enorme homem estava agora cheio de ódio, corria em minha direção, apenas um soco daquele homem e eu desmaiaria, então as sombras me envolveram, não como antes, estavam me protegendo, então meu corpo se moveu sozinho, eu não sentia mais medo, avancei pra cima daquele homem, não sei como mas lutava com ele, as sombras moviam meu corpo, cada movimento impossível q eu pensava elas faziam acontecer, ele tentava me estrangular, esmurrar, mas nenhum deles me tocava, eu tampouco conseguia tocar nele, eu simplesmente esquivava das maneiras mais impossíveis, e Angela se divertia com isso, ela ria alto do que via, o que fazia ele ficar com mas e mas raiva, ate q seu corpo ficou ainda maior, enormes assas de morcego saíram, e enormes garras emergiram de suas mãos. ele agarrou meu pescoço com facilidade e e me ergueu por ele. Os vultos em meu corpo formaram tentáculos e perfuraram o corpo do homem, miravam em sua alma não no corpo, eu agonizava e o homem gritava de dor, a dor q eu ja havia experimentado, mas nenhum de nos desistia, queríamos acabar um com o outro, Então uma forte luz nos envolveu. Era a Angela, ela portava uma longa espada e, com ela, descepou a mão do homem e as sombras q perfuravam seu corpo, o homem saiu furioso do comodo, as almas continuavam a cantar, e a angela me ajudava a levantar e a ultima coisa q ela disse foi “Sou Angela, a anja da morte” depois apaguei.
acordei no meu quarto, de novo…
…. …. … …. …. Ferias ferias ferias, não consigo ver nada de bom nelas, nada acontece nesse bairro idiota. Talvez por eu ser uma pessoa naturalmente anti-social eu pense assim… Bom nao importa, ontem uma nova família se mudou para a casa vizinha a minha, Uma familia muito estranha, sao um casal e uma adolescente, ambos não saem de casa quase nunca e, nem trouxeram bagagem…, O estranho porem foi o que me fez acordar hoje, ouvi gritos vindo de la, gritos de agonia, mas so eu escutava, meus pais disseram que eu estou imaginando coisas, disseram q eu tenho q sair mas de casa para esclarecer a mente, culparam meu pc por isso da pra acreditar?? Bom eu saiu de casa e fui direto bater na porta dos novos vizinhos, a porta se destrancou por dentro e se abriu ao meu toque com um estalo, a casa inteira emanava uma sensação ruim, meu corpo inteiro me mandava sair dali, mas continuei, continuei ali e entre, a casa estava vazia e escura, o que aumentava meu desespero, logo ouvi outro grito de agonia, corri em direção ao som, mas prefiria nao ter feito isso, vi algo tao sinistro quanto a propria morte, se nao era a propria morte, vi uma alma se contorcendo, queimando, nao me pergunte como eu sabia q era uma alma, eu simplesmente sabia, corri para tentar salva-la mas algo me jogou no chão, e me prendeu, quando olhei pra pra ver o que era eu nao aguentei e gritei, eram criatuaras sem rosto, do tamanho de crianças de 5 anos, e, saindo de outro comodo a jovem filha do casal me encarava com medo, nao medo das criaturas q me prendiam mas medo de mim, depois tudo ficou escuro….
Acordei no meu quarto tremendo.